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Data: 19 de março de 2014
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| Imagem CLMAIS |
Mais conscientização e uma
resposta rápida são fundamentais para combater o acidente vascular cerebral nas
crianças.
Fonte: Medical
News Today/ Medcenter
Os pais e
os médicos devem levar em conta que as crianças podem apresentar acidente
vascular cerebral e estar preparados para responder aos sintomas, segundo uma
pesquisa apresentada no Congresso Internacional sobre Acidente Vascular
Cerebral de 2014 da American Stroke Association.
Da mesma
forma que nos adultos, os sinais de advertência de acidente vascular cerebral
nas crianças são debilidade súbita ou intumescimento da cara, do braço ou da
perna; dificuldade súbita para falar; problemas repentinos para ver;
dificuldade repentina para caminhar; enjoos; ou início súbito de cefaleia.
Os
pesquisadores entrevistaram 28 pais cujos meninos apresentaram um acidente
vascular cerebral para pesquisar quanto aos fatores que contribuíram ao atraso
da chegada ao hospital. Os meninos tinham idade que flutuava a partir da
lactação até a adolescência. Os sintomas de acidente vascular cerebral não
variaram segundo a idade, embora as convulsões foram mais frequentes nas
crianças menores e os acidentes vasculares cerebrais se apresentaram sobretudo
no domicílio e em menor grau na escola.
Embora a
maioria dos progenitores considerava que os sintomas eram importantes, apenas
aproximadamente a metade ligou para o numero telefônico de emergências; 36%
considerou a possibilidade de um acidente vascular cerebral; e 21% teve uma
atitude «esperar e observar» ou ligou para um familiar antes de tomar alguma
medida de emergência.
«Pensar
no acidente vascular cerebral, atuar rápido e ligar para o número telefônico de
emergências», disse o Dr. Mark MacKay, pesquisador principal e Diretor do
Programa de Acidente Vascular Cerebral Pediátrico do Royal Children's Hospital
e o Instituto de Pesquisa Infantil Murdoch em Melbourne, Austrália. «Esta
mensagem se aplica tanto aos adultos como aos meninos».
A mediana
de tempo desde o início dos sintomas até a chegada ao serviço de emergências
foi 1,8 horas e alguns demoraram até 24 horas.
Em
estudos prévios realizados nos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e Austrália,
o atraso do tempo médio para diagnosticar acidente vascular cerebral nos
meninos foi mais de 24 horas.
«O fato
de chegar ao hospital com rapidez é um primeiro passo essencial para
implementar as estratégias que melhorem o acesso ao tratamento de emergência
nas crianças» disse MacKay.
As crianças
não receberão os benefícios do tratamento trombolítico de emergência a menos
que «implementemos estratégias para melhorar o reconhecimento rápido do
acidente vascular cerebral na infância», disse. O tratamento trombolítico deve
ser iniciado ao cabo de três a quatro horas e meia de iniciados os sintomas.
Os
neurologistas pediátricos devem educar médicos de atenção primária, pediatras,
especialistas em cardiologia e médicos das salas de emergência em relação ao
acidente vascular cerebral nas crianças e aos pais de meninos com transtornos
que suportam um incremento do risco, tais como anemia de células falciformes ou
transtornos cardíacos que é urgente levar em conta, disse MacKay.
Nos
Estados Unidos, 4,6 de cada 100.000 crianças (de 0 a 19 anos) tiveram um
acidente vascular cerebral durante o período de 1997 a 2003, segundo a American
Heart Association. Apesar do tratamento, um dos 10 meninos com acidente
vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico terá uma recorrência ao cabo de
cinco anos.
Artigo enviado pela colaboradora:
Dra. Priscila Vilela
E-mail: priscilarochavilela@yahoo.com.br
Celular: (31) 9753-8998
*
Priscila Vilela é médica Residente de Oftalmologia no COMG. Formada em medicina
pela FUNJOB - Faculdade de Medicina de Barbacena. Atualmente, trabalha e cursa
o primeiro ano de Especialização Médica em Oftalmologia no Centro Oftalmológico
de Minas Gerais, credenciada pelo CBO - Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Vinculada ao ISMD - Instituto
Superior de Medicina na área de Dermatologia Estética.
Mais
informações:
AMAVC -
Associação Mineira do Acidente Vascular Cerebral
* E-mail: contato@amavc.com.br
* Telefone: (31)
9971-9991
Blog AMAVC - "Uma informação a mais pode fazer toda a diferença"



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