Administração de magnésio como uma das
primeiras medidas de emergência após AVC não melhora as consequências a longo
prazo para o paciente. Isto foi mostrado em um estudo independente dos EUA
apresentado na "Conferência Internacional do AVC de 2014" em San
Diego.
Em cooperação com os serviços médicos de
ambulâncias e emergência na Califórnia, 1.700 pacientes de AVC receberam
infusões de magnésio nas duas horas seguintes ao início dos sintomas por
paramédicos entre os anos de 2005 e 2012. Os pesquisadores esperavam um efeito
através do magnésio, pois ele neutraliza a sobrecarga de cálcio em células
privadas de oxigênio e já havia mostrado resultados promissores em testes com
animais.
Embora o magnésio tenha se mostrado seguro -
sem mais reações adversas do que as ocorridas em pacientes tratados com
infusões de placebo -, não houve benefício no resultado. Noventa dias depois do
AVC, o grau de incapacidade dos pacientes foi idêntico nos dois grupos de
estudo (2,7 na escala modificada de Rankin).
De qualquer modo, o estudo revelou que é
possível administrar uma medicação com sucesso aos pacientes nesse prazo curto
e importante, disse o autor principal, Jeffrey L. Sayer da Universidade da
Califórnia, em Los Angeles. Diversos outros agentes podem agora ser testados
usando este sistema, disse ele.
Fonte e Imagens: Univadis
Artigo enviado pela colaboradora:
Dra. Priscila Vilela
E-mail: priscilarochavilela@yahoo.com.br
Celular: (31) 9753-8998
* Priscila Vilela é médica Residente de
Oftalmologia no COMG. Formada em medicina pela FUNJOB - Faculdade de Medicina
de Barbacena. Atualmente, trabalha e cursa o primeiro ano de Especialização
Médica em Oftalmologia no Centro Oftalmológico de Minas Gerais, credenciada pelo
CBO - Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Vinculada ao ISMD -
Instituto Superior de Medicina na área de Dermatologia Estética.
Mais informações:
AMAVC - Associação Mineira do
Acidente Vascular Cerebral


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