A intubação orotraqueal prolongada (superior a 48 horas) pode contribuir para alterações da deglutição. A ocorrência dessas alterações pós-extubação encontra-se bastante documentada na literatura, com variação entre 44 a 87%.
O mecanismo que leva a ocorrência de disfagia no paciente após intubação orotraqueal (IOT) prolongada é multifatorial e inclui as seguintes questões: inatividade dos músculos orofaríngeos, lesões glóticas, inflamação na mucosa e ulceração das pregas vocais. Diante destas alterações, é fundamental que a equipe de assistência ao paciente solicite a avaliação funcional da deglutição nos casos em IOT prolongada.
O mecanismo que leva a ocorrência de disfagia no paciente após intubação orotraqueal (IOT) prolongada é multifatorial e inclui as seguintes questões: inatividade dos músculos orofaríngeos, lesões glóticas, inflamação na mucosa e ulceração das pregas vocais. Diante destas alterações, é fundamental que a equipe de assistência ao paciente solicite a avaliação funcional da deglutição nos casos em IOT prolongada.
Fonte: www.facebook.com/disfagiaemfoco?fref=photo
Mais informações:
AMAVC - Associação Mineira do Acidente Vascular Cerebral
* E-mail: contato@amavc.com.br
* Telefone: (31) 9971-9991


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